Iniciou-se
no cinema como assistente de direção de Ozualdo
Candeias no filme "A Herança",
em 1970. Foi assistente de montagem de Silvio Renoldi entre
1970 e 1972.
Entre 1972
e 1976, montou 13 longas-metragens de cinema, entre eles "Lilian
M",
de Carlos Reichenbach, e "Aleluia Gretchen", de Sylvio
Back, além de curtas,
como "Os Gurus e os Guris", de Jairo Ferreira, e filmes
publicitários.
Após
uma estadia de três anos e meio em Paris, dedicou-se à
escrita de roteiros,
tendo trabalhado em parceria com Carlos Reichenbach (em "Amor,
Palavra Prostituta,
de 1981, e "Filme Demência", de 1985) e Jean
Garrett ("O Fotógrafo", de 1980), entre outros.
Em 1982
dirigiu, montou e escreveu o média-metragem "Aula
de Sanfona".
Desde 1983
é crítico de cinema do jornal "Folha de S.
Paulo"
Desde 1998
ministra o curso "Cinema - História e Linguagem".
Na escrita
Colaborou
com o jornal "São Paulo Shinbum" no início
dos anos 70,
escrevendo esporadicamente na coluna de Jairo Ferreira.
Foi um dos
fundadores e editores da revista "Cinegrafia" (1974).
Publicou
em 1982 o breve ensaio "Hitchcock - O Mestre do Medo"
para a Coleção Encanto Radical, da editora Brasiliense.
Em 1990, lançou o volume "Cinema - O Mundo em Movimento"
(ed. Scipione),
de iniciação à arte cinematográfica.
Teve textos publicados em diversas antologias sobre cinema e
televisão,
a mais recente delas sendo "Ilha Deserta - Cinema"
(Publifolha),
com comentários a respeito de onze filmes de sua preferência.
É
autor do romance "Casa de Meninas" (ed. Marco Zero,
1987), prêmio revelação
de autor da Associação Paulista de Críticos
de Arte)
e do romance juvenil "Uma Chance na Vida" (ed Scipione).
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